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Tem a certeza que eu serei capaz de fazer isto?

Já vi pessoas aumentarem de tal maneira a sua capacidade de curar depois de participarem num seminário de Cura Reconectiva que não encontro palavras para dizer o que testemunhei. Também conheço uma ou duas pessoas que parecem não conseguir avançar, mantendo-se fiéis às técnicas que praticavam antes, ou tentando combiná-las com a Cura Reconectiva sem muitas melhorias em relação ao que faziam antes. Acabo por não perceber. Será que há pessoas que simplesmente não conseguem ter acesso a estas energias? E, se é este o caso, porque acreditaria que para mim será diferente, um principiante?

Está a levantar uma excelente questão. A resposta encontra-se numa citação no meu livro:
As pessoas perguntam-me se todos têm a capacidade de transportar estas frequências e tornarem-se curadores. A minha resposta é: “Sim! Qualquer pessoa pode fazer isto, mas os olhos permanecem cegos. Só alguns têm a coragem de abrir os olhos… E com frequência, aqueles que o fazem, ficam cegos com aquilo que vêem.”


Todos que interagem com estas frequências podem fazer este trabalho. Para algumas é difícil acreditar que podem de facto fazê-lo, apesar de estar a acontecer, visivelmente, à frente dos seus olhos. Para alguns, perdem-se no conceito de que mais é melhor, por isso “adicionam” coisas, incapazes de reconhecer que se trata de uma diluição, da mesma forma que adicionar uma chávena de água a uma receita de esparguete à bolonhesa apenas irá criar um prato de esparguete à bolonhesa mais diluído. E, mesmo assim, para um terceiro grupo de pessoas, há a necessidade de tornar isto melhor colocando o seu cunho pessoal. (Por exemplo, isto foi o que aconteceu com o Reiki. É difícil encontrar o verdadeiro e original Reiki. Muitas pessoas – que fazem muitas coisas diferentes – reclamam que a sua “técnica” é sua exclusiva propriedade.) Este terceiro grupo não se sente suficientemente seguro de si, para simplesmente permitir a recompensa de fazer parte do processo, reconhecendo a honra de ter sido convidado a entrar na equação e de lhe ser permitido testemunhar (eu considero isto uma bênção) o processo num estado de admiração.

Assim, tentam “estilizar” o processo, para poderem reclamar o seu poder sobre os resultados do mesmo. Para poderem afirmar: “Estás a ver, é assim que faço. Assim é ainda melhor.” Isto é como embelezar o que já é belo, retirando a perfeição do universo e tentando depois torná-lo mais perfeito.
 Estas curas têm origem num lugar de harmonia perfeita com o universo. Ao tentar melhorar a perfeição, estes indivíduos estão a mostrar a quem quiser ver que eles mesmos não foram capazes de ver a perfeição logo no início… ou que perderam a visão da perfeição. Não há nada de errado com as pessoas de cada um destes grupos, e muitas pessoas partilham um pouco de cada um. As pessoas nestes grupos ainda não se encontram numa posição que lhes permita saltar para fora das suas zonas de conforto emocional.


Porque seria diferente para si? Há muitos motivos. Muitos justificam o facto de tantos indivíduos serem capazes de manifestar estas frequências no seu potencial pleno. Em primeiro lugar, como iniciante, não tem de se livrar de tanta bagagem, há sentimentos de segurança na nossa bagagem. Há ainda o medo de deixar partir tudo aquilo em que investimos tempo e dinheiro. Podemos sentir que fizemos asneira em vez de reconhecermos que onde estivemos antes foi simplesmente um degrau que nos aproximou do lugar onde estamos agora. É preciso levantar um pé e afastá-lo para passar ao degrau seguinte. Tirar o pé do degrau anterior é também essencial se quiser continuar a subir. Levantar o pé do degrau e voltar a colocá-lo no mesmo degrau, independentemente do bonito que seja o degrau, irá mantê-lo no mesmo sítio em que se encontra. Há um certo grau de coragem necessário para olhar para o degrau que tanto adora – seja ele aquela técnica oriental de cura maravilhosa na qual investiu milhares de euros para dominar e que lhe foi tão útil até ao presente, ou uma de entre milhares de técnicas maravilhosas que são ensinadas nos Estados Unidos e noutros países – abençoe-a, agradeça-lhe, e dê-lhe um beijinho de despedida. Para o fazer, tem de reconhecer que a função de um degrau é… ser um degrau. Não é um ponto final, mas apenas uma parte da progressão na sua viagem.

Você, ao não ter sido endoutrinado na arena das “técnicas” de cura new age, não possui esta bagagem e, logo, não será um candidato a desgastar-se na luta para se libertar do que aprendeu antes.
Porque lhe parece que vemos a verdade tão facilmente nos olhos das crianças? Elas não vêm a este mundo com toda a bagagem e investimentos que nós acumulamos. Na verdade, muitos curadores com experiência não passam por este processo. Os mais evoluídos compreendem o processo a avançam para este novo nível com entusiasmo e antecipação. Será que você consegue fazê-lo? Claro que sim. Será que todas estas pessoas o podem fazer? Claro que sim. É apenas uma questão de tempo. “Apenas alguns se aventuram a abrir os olhos… E, com frequência, aqueles que abrem os olhos ficam cegos com aquilo que vêem.” Você irá ficar bem.

Qui, 20 Mar 2014 - Stefania Rolando

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